Estudo do Banco Mundial mostra que país avançou, mas nível ainda é muito baixo
Há dois anos, o estudante de publicidade Enzo Terra Silveira, 20, começou a economizar metade do salário que ganha no gerenciamento de marketing de uma franquia de hidromassagem.
Todos os meses, coloca 20% na poupança e 30% em um plano de previdência privada, dinheiro em que não pretende mexer pelos próximos 30 anos.
Silveira é uma exceção: faz parte dos 6% de brasileiros entre 15 e 24 anos de idade que disseram ter guardado dinheiro para a velhice em 2017.



