A taxa de desocupação encerrou o terceiro trimestre em 12,4% – o que significa um recuo de 0,6% em relação trimestre anterior, mas um aumento de 7,8% no confronto com igual período de 2016. Para o doutor em Economia pela USP Emilio Chernavsky, os números dos últimos meses não indicam uma tendência de recuperação.
“Esses meses [entre abril e outubro] são de melhora do trabalho mesmo. Foi assim em 2012, 2013 e 2014. Essa melhora, que é pequena, apenas se insere num padrão sazonal esperado, que só não aconteceu nos dois últimos anos, quando o desemprego disparou. Então os números não permitem falar em retomada”, disse o economista.



