A vítima desse novo capítulo da crise política foi, novamente, a reforma da Previdência, em mais um capítulo de adiamentos e quase abandono do encaminhamento do projeto. Enquanto não tirarem a denúncia da frente, o Congresso não fará mais nada. E isso só deve acontecer no final de outubro.
“Ainda assim vai ser muito difícil encaminhar a reforma da Previdência, pelo menos não do jeito que o projeto está. Se o governo quiser ter alguma chance, terá que reduzir muito a proposta original, mantendo apenas a mudança na idade mínima e a regra de transição. Assim, as chances de aprovação ficam entre 40% e 45%”, disse ao blog o analista político Cristiano Noronha, da Arko Advice.



