Foi o terceiro ano seguido de queda. desde o pico de US$ 378,6 bilhões, de 2012
Apontadas pelo governo como um seguro anticrise, as reservas em moedas internacionais estão encolhendo. Passaram de US$ 374 bilhões, no fim de 2014, para US$ 368,4 bilhões, em 30 de dezembro de 2015 — uma redução de US$ 5,6 bilhões, refletindo, em parte, a perda do grau de investimento do país.
Foi o terceiro ano seguido de queda. desde o pico de US$ 378,6 bilhões, de 2012. O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, defende sempre que pode o nível elevado das reservas porque elas “são um seguro para economia e têm funcionado bem”.
No entanto, especialistas ouvidos pelo Correio apontam que não há necessidade de o país ter um volume tão grande, dado o alto custo de manutenção desses recursos. (…)



